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Cinema

5 razões porque adoramos “2 Duros de Roer”

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“2 Duros de Roer”, filme de Victor Santos e distribuído pelas Pris Audiovisuais é surpreendente e impossível de ficar indiferente. Com a presença de caras bem conhecidas do público no elenco, existem razões que nos fazem adorar a dupla de polícias e todas as personagens que dão cor à trama da história. Ora vejamos as  5 razões porque adoramos o filme “2 Duros de Roer”.

1. A gargalha é muito fácil

Já se sentia no trailer uma gargalhada fácil. Em cada cena há uma piada disfarçada ou até mesmo pela própria cara dos atores ou até pelos nomes inteligentes que dão a tudo e a todos. No filme, a experiência eleva-se a um nível superior. É um misto de ação – que tenta puxar um lado mais sério e real da história – com uma piada nas entrelinhas de tudo o que é dito. Faz-nos realmente pensar em situações da nossa vida e do nosso dia-a-dia e em como seria se tudo o que nos passasse pela cabeça fosse dito em jeito de piada.

2. As piadas inteligentes

Ao longo do filme damos por nós à espera da próxima piada! Umas mais diretas, outras mais discretas e outras apelidadas de “piadas inteligentes” (ou piadas secas). Desde “Entre Marido e Miguel ninguém mete o pincel” ou um dos polícias principais se questionar se invade uma casa em que momento da contagem “1,2,3”. Ao nome da “droga” C.A.I.N e ao nome da sua criada “Maxine Canine”…é visível que tudo foi pensado ao milímetro para bater certo e para fazer de tudo uma piada inesperada e inocente.

3. Explosões e tiros à portuguesa

Já imaginaram um Fernando Rocha, João Seabra ou até mesmo a Melânia Gomes de pistolas na mão a disparar tiros por todo lado? Ou a Mafalda Luís de Castro de bazuca a provocar uma autêntica explosão?
Em “2 Duros de Roer”, há de tudo inclusive explosões, buscas, perseguições e tiros de metralhadora! Este tipo de produções, num conteúdo nacional, não é muito comum – ou é visto com um cunho amador, mas neste filme há algo que transcende. Há um toque refinado de efeitos que mostra o empenho da realização e edição do filme. Não é um filme português para ser apenas mais um no catálogo nacional. É um filme português que assume que é possível uma produção decente.

4. A dupla de cinema perfeita: Fernando Rocha e João Seabra

Uma dupla perfeita é difícil de imaginar, mas o Fernando Rocha e o João Seabra enquadram-se na perfeição. Ao longo filme nem sabemos se estamos a ver o “Fernando Rocha e o João Seabra” ou o “José Sobreiro e Manuel Venâncio”. As duas personagens foram tão bem estruturadas que se completam. A personagem José Sobreiro (Fernando Rocha) é o folião, com um quê de – como se diz na gíria – “chico esperto”. Já a personagem Manuel Venâncio (João Seabra), tem uma sensibilidade e inocência de quem veio do Norte de um trabalho tranquilo para o meio de criminosos, redes de tráfico de droga e um parceiro de equipa maluco.  É espetacular ver a contra cena que um e outro dão, e a ‘química’ entre os dois é inegável. Estamos perante dois amigos numa aventura.

 

5.Conteúdo nacional a dar cartas

Pro fim, um dos motivos que nos fazem adorar este filme é o facto de este conteúdo tão bom ser made in Portugal. É bom vermos as pessoas a irem ao cinema por vontade própria porque querem conhecer a história, quer ver o filme, quer aplaudir o trabalhos dos atores. Ao invés de sentirmos que os espectadores vem o filme por caridade – caridade essa que é habitual no público português que acha que só o que é internacional é que é bom.

O facto de vermos um filme na nossa língua, com a nossa gíria, com piadas bem típicas do nosso país é impagável. Se este filme fosse internacional, era só mais uma história de comédia/ação. Ter este elenco em especial faz a diferença. Torna o filme único.

Se ainda não viste o filme no Cinema, estás à espera de quê?

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