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Cinema

Mistério em Veneza: Hercule Poirot está de volta

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Mistério em Veneza

O outono está à porta, e com isso vai abrir também todos os preparativos para estarmos no mood para filmes referentes ao Halloween. Um mistério que envolva o detetive Hercule Poirot é perfeito para começar a dar aquele gosto. Mistério em Veneza, estreado nos cinemas a 14 de setembro, vai transportar-nos para exatamente para um momento de intrigas.

Estamos em Veneza de 1947 e estranhamente o Hercule Poirot (Kenneth Branagh) está a aproveitar a sua reforma. No entanto, quando a sua amiga (se é que a podemos chamar assim), Ariadne Oliver, protagonizada por Tina Fey, se encontra com ele para irem a uma festa, ele não esperava que no final da noite fosse tudo menos reformado.

Acreditamos em Fantasmas?
Mistério em Veneza não é a primeiro a refletir a obra criada por Agatha Christie, no entanto, podem ter a certeza que é um tanto original, tendo em conta as diferenças apresentadas.

Poirot, na noite de Dia das Bruxas, apresenta-se numa festa num palácio dito assombrado e pronto para presenciar uma sessão de espíritos. Acho que das coisas mais interessantes nesta cena é ver as interações de Poirot, um homem de método e organização, a verificar como é efetuada uma sessão deste género. Acaba é por encorajar os mais céticos.

Não se deve mexer com espíritos
A partir do momento em que o nosso protagonista sai de casa já sabemos que algo vai acontecer. Por volta da meia-noite Mrs. Reynolds (Michelle Yeoh), a médium presente no palácio, é encontrada sem vida. Todos os presentes no local são suspeitos e lá se vão então os planos para manter a reforma do nosso protagonista.

No início vemos a ideia de que não se devia ter invocado nenhum espírito e que graças a isso os espíritos tinham retaliado. Sejamos sinceros, cético como Poirot é, claramente que não se ia contentar com essa resposta – mas foi o facto de ter sido atacado quando tinha a capa de Mrs. Reynolds, que o fez investigar

Mão sobrenatural ou mão humana?
A valorização deste tipo de filme é ficarmos sem saber realmente quem é o culpado até ao momento em que o nosso protagonista os junta todos e conta a história desde o início. Neste caso e da forma como a história evoluiu, o espetador fica preso ao grande ecrã por haver a possibilidade de um cético se tornar crente.

Mistério em Veneza, ao longo de 1h47min, entregou um bom mistério. No entanto, acho que não podemos ter em mente aquilo que sabemos do que lemos e vimos anteriormente, porque isso sim estraga a experiência. Por algum motivo a longa-metragem não se chama “Hallowe’en Party”.

No início do filme, Leopold (Jude Hill) em dado momento acaba por dizer: “Halloween calls for horror stories”. Acho que esta frase transmite o propósito do filme: entreteve e contou uma história misteriosa.


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Tem 25 anos e veio de cultura e comunicação. Adora cultura pop, é viciada em spoilers ao ponto de ir ver as últimas páginas dos livros. Para ela, Team Marvel é que é.