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As melhores bandas sonoras de videojogos

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A música tem um papel de destaque não só nos videojogos, como em outros meios de entretenimento, como é o caso dos filmes e séries. Sem a música, não seria possível dar o mesmo ênfase a determinados momentos da história, da ação ou do jogo em geral, e é impossível imaginar o universo dos videojogos sem um tema principal icónico que nos diga “é este jogo” mesmo de olhos fechados. Esta lista fala-nos sobre algumas das bandas sonoras mais icónicas dos videojogos, tanto pela sua popularidade, como pelas sensações que criam e pela sua riqueza.

The Legend of Zelda

Desde o seu primeiro título que The Legend of Zelda nos encanta com as suas bandas sonoras, que são absolutamente mágicas. No 25º aniversário da franquia as músicas mais icónicas da franquia receberam orquestrações, que elevaram ainda mais o nível destas bandas sonoras que, por si só, conseguiram marcar geração atrás de geração. Mesmo nunca tendo jogado nenhum jogo da saga, várias são as pessoas que facilmente conseguem identificar o seu tema principal, e pessoalmente, foi por descobrir e adorar a banda sonora de The Legend of Zelda Majora’s Mask e The Legend of Zelda Ocarina of Time, ambos da Nintendo 64, o que fez com que acabasse por mergulhar nos jogos da franquia.

Metal Gear Solid

A banda sonora da franquia Metal Gear Solid marca presença nesta lista não só pelo quão icónica e impactante é, como pela sua incrível variedade. Desde as composições da equipa de compositores da Konami, que juntamente com Rika Muranaka criaram a incrível banda sonora de Metal Gear Solid para a PlayStation 1, às incríveis composições de Harry Gregson-Williams, e até mesmo à junção de músicas que são populares nas épocas correspondentes à data em que decorre a história dos videojogos, Metal Gear Solid tem um pouco de tudo. Verter uma lágrima e arrepiar todos os pelos do corpo ao ouvir o tema orquestral “Metal Gear Saga” em plano de fundo na cena mais marcante do final de Metal Gear Solid 4, abanar a cabeça ao som do tema de jazz “Sea Breeze” ao ligarmos para um número específico do codec em Metal Gear Solid 3, ou ouvir grandes êxitos dos anos 80 em Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, com temas de artistas como os a-ha, David Bowie ou até mesmo Billy Idol, são alguns dos grandes exemplos daquilo que a banda sonora desta franquia nos pode proporcionar. Metal Gear Solid sempre conseguiu envolver a banda sonora com o jogo, com a sua história, o seu contexto, e dar todo o ênfase e toda a emoção necessária para momentos específicos de cada um dos jogos.

Undertale

Toby Fox não só criou, desenhou e programou tudo dentro de Undertale, como também compôs a sua banda sonora. Apesar do jogo ter sido lançado em 2015, Toby optou por compor as músicas com uma sonoridade 16-Bit, sendo que se deixou inspirar pelos seus clássicos favoritos da SNES. A banda sonora foi tão impactante na indústria que levou vários dos seus temas a viralizarem, e a serem utilizados como memes, músicas de fundo para vídeo, entre tantas outras funções por toda a internet (quem nunca ouviu a Megalovania algures pelas redes sociais que atire a primeira pedra).

 

The Last of Us + The Last of Part 2

Gustavo Santaolalla é o mestre por detrás da banda sonora de ambos os títulos da franquia The Last of Us. Os temas são centrados na guitarra clássica e outros instrumentos de corda como o ronroco, e têm uma sonoridade única que se consegue identificar, sem qualquer margem para dúvida, como sendo parte desta franquia. A banda sonora consegue ser simultaneamente minimalista, mas ao mesmo tempo servir de motor para as emoções que o jogo quer transmitir. Em The Last of Us 2 vemos acrescentados temas clássicos, em versões de voz e guitarra acústica interpretados pelos atores do jogo. Estes covers incluem temas como “True Faith” dos New Order, “Take on Me” dos a-ha e “Future Days” dos Pearl Jam.

God of War (2018)

As composições de God of War, título lançado em 2018, elevaram a banda sonora da franquia a todo um outro patamar. Os coros potentes, acompanhados por orquestrações épicas, tornam estas composições de Bear McCreary em algo grandioso. O tema principal, que começa com percussão pesada, e cânticos masculinos que puxam pelos graves dos baixos e basso profundo do coro, reforçados com linhas de contrabaixo e violoncelo, que depois se desdobram para os metais e restantes cordas, chegando até a um coro e orquestra completos, com a utilização de instrumentos regionais nórdicos, para dar o topping perfeito ao bolo que por si só já era recheado na perfeição. A cada camada nova acrescentada neste tema conseguimos sentir um novo pelo a erguer-se no nosso corpo que não sabíamos que se poderia erguer até então, é absolutamente estonteante. Não só o tema principal, como toda a banda sonora do jogo, ao utilizar os mesmos ingredientes, mas com receitas diferentes, tornou esta banda sonora em algo sem igual na franquia, e numa das mais marcantes de sempre da história dos videojogos.

A música é, sem dúvida uma arte única, que consegue arrancar de nós as mais puras emoções, tornando-se difícil, até mesmo quase impossível, imaginar videojogos ou outras formas de entretenimento como a TV e o cinema, sem a música presente neles. Tornar momentos mais impactantes, levar as emoções certas no momento certo, tudo isto faz mais sentido com a banda sonora certa, e já não conseguimos imaginar se fosse de outra forma.
E vocês? Quais são as vossas bandas sonoras preferidas?

 

 

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Apaixonada pela cultura geek e principalmente pelo gaming desde pequenina, quando ficava horas seguidas a jogar consola. Jogar apenas deixou de ser suficiente para saciar o apetite por videojogos, então logo começou a fazer vídeos, a falar e a escrever sobre videojogos. Como uma paixão geek nunca vem só, adora ver animes, séries e filmes. Pelo caminho ainda vai aprimorando a sua veia musical.