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Cinema

Sabes tudo sobre Jungle Cruise – A Maldição nos Confins da Selva?

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Jungle Cruise – A Maldição nos Confins da Selva (Jungle Cruise, como título original) é uma das estreias desta semana não só nos cinemas portugueses, mas também estará disponível na plataforma de streaming da Disney + com Acesso Premium a um custo adicional único. Com realização de Jaume Collet-Serra, a história é de John Norville & Josh Goldstein e Glenn Ficarra & John Requa e o argumento é de Michael Green e Glenn Ficarra & John Requa.

O elenco é constituído por Dwayne Johnson (Capitão Frank Wolff), Emily Blunt (Dra. Lily Houghton), Edgar Ramírez (Capitão Aguirre) e Jack Whitehall (MacGregor), com Jesse Plemons (Príncipe Joachim) e Paul Giamatti (Nilo).

Este filme da Disney é inspirado na famosa atração do parque temático da Disneyland, Jungle Cruise – A Maldição nos Confins da Selva deste universo, sendo uma expedição cheia de peripécias pela Amazónia com o carismático Capitão Frank Wolff e a Dra. Lily Houghton, uma determinada exploradora. Lily viaja de Londres para a selva Amazónica e recruta os serviços bem questionáveis de Frank para que a possa guiar pelo rio abaixo, no La Quila – o seu charmoso barco que se está a desfazer aos poucos. Ela está determinada a encontrar uma árvore antiga que tem uma capacidade de cura inigualável, que pode mudar o futuro da medicina. Impulsionados por esta jornada épica, a improvável dupla vai encontrar inúmeros perigos e forças sobrenaturais, todos à espreita na beleza enganadora da exuberante floresta tropical. Mas, à medida que os segredos da árvore vão sendo revelados, os riscos tornam-se cada vez maiores para Lily e Frank e o seu destino, assim como o da humanidade, estará em jogo.Vamos conhecer as personagens?

O protagonista desta história é o Capitão Frank Wolff que é o chefe da Jungle Navigation Company, sendo definido como uma pessoa carismática, oportunista e com um charme sem fim. Frank leva turistas sem consciência em cruzeiros turísticos numa viagem ao longo da Amazónia que apesar de não terem muito conteúdo, acabam por ter muito humor.

Um dia, este capitão cruza-se no caminho da Dra. Lily Houghton que é uma cientista determinada e uma autêntica exploradora britânica, tão brilhante quanto é destemida. Impulsionada não só pelos seus ideais, como por um desejo implacável de se provar a si mesma, a liberal Lily é uma força a ter em conta.

Numa expedição pela Amazónia com Lily e Frank, também se junta o irmão desta, Dapper MacGregor que o que mais gosta é de aproveitar as coisas boas da vida que passam pela moda, jantares caros e por uma vida elegante mesmo que esteja no meio da floresta tropical. Claro que este grupo vai ter de passar por obstáculos. Entre eles, o Capitão Aguirre que é o temível líder de uma tripulação de soldados mortais, cujos homens são lutadores fortes apesar de serem amaldiçoados, sendo que têm uma vingança bem pessoal que os torna ainda mais perigosos para Frank e Lily ao longo da jornada desta dupla. Depois temos, o Príncipe Joachim que é um jovem comandante rico e cheio de capacidades que tem um arsenal de armas de nível militar à sua disposição, cujo objetivo é fazer o que for preciso para encontrar o antigo artefacto que está no centro da jornada de Lily e Frank para assim obter tanto poder como glória.

Por fim temos, Nilo que é uma figura poderosa e muito competitiva que é o proprietário de uma empresa de cruzeiros turísticos de grande sucesso na cidade portuária da Amazónia, onde Frank ganha a vida, através do seu barco em ruínas.

Jungle Cruise – A Maldição nos Confins da Selva é uma aventura bem louca para toda a família que irá ter a sua dose de emoção, suspense e humor ao longo de uma jornada enriquecedora cheia de obstáculos e desafios que irá entreter e divertir como estamos tão habituados que aconteça num filme que tem a magia da Disney.

Vamos a algumas curiosidades?

1) Desde 1955 que foi quando a Disneyland, o parque temático de Walt Disney foi inaugurado que Jungle Cruise foi uma das primeiras atrações da Adventureland que emocionou multidões de visitantes e continua a ser popular até hoje, sendo que o passeio de barco pelo rio Jungle Cruise continua a estar em funcionamento na localização original de Anaheim, Califórnia, bem como no Magic Kingdom do Walt Disney World, na Flórida e também na Tokyo Disneyland e Hong Kong Disneyland.

2) Durante a produção do filme foram utilizadas línguas bem interessantes e curiosas, como por exemplo o Espanhol antigo do século XVI e o Omagua que é uma língua da família de línguas Tupi-Guarani do sudoeste do Brasil. Para além disso, também podem ser ouvidas o Português e Italiano.

3) Na ilha havaiana de Kauai para que fosse criado o cenário ribeirinho de Porto Velho, uma equipa com mais de 100 tripulantes que fazem parte construtores, escultores, pintores, passando por paisagismo e segurança marítima prepararam um cenário bem impressionante que foi construído no interior e ao redor de um lago situado no tipo de uma colina.

4) Um tanque de água oval com aproximadamente 1893 litros foi construído nas traseiras dos Blackhall Studios, em Atlanta, sendo constituído por um sistema hidráulico subaquático que colocou o barco do capitão Frank Wolff, La Quila, à prova, pois foi sendo bombardeado com cerca de 273 litros de água por minutos. A plataforma giratória, com o La Quila anexado, balançou e girou e inclinou o elenco como Dwayne Johnson, Emily Blunt e Jack Whitehall, em todas as direções.

5) O jaguar de estimação do capitão Frank Wolff é um animal bem feroz, mas na realidade, é uma criação que é feita através de imagens que são produzidas em computador, cuja as características, sons e movimentos parecem ser bem reais e estão muito bem representadas e trabalhadas de tal forma que podem enganar qualquer um de nós.

6) La Quila é considerada como uma embarcação que está totalmente funcional e tem condições para navegar. Jean-Vincent Puzos (designer da produção) e James Schwalm (supervisor de efeitos especiais) equiparam o barco com muitos apetrechos, tornando o La Quila, como Dwayne Johnson descreve como sendo “um barco a vapor frágil, mas com atitude”. Para além do barco “herói” em condições de navegar, foi feita uma segunda versão de 136 kg para acrobacias que podia ser fixada a uma plataforma giratória subaquática para tarefas mais específicas como rodopiar, balançar para a frente e para trás e inclinar-se de lado. Não foi utilizado qualquer tipo de combustível para abastecer o La Quila. Este é um barco pesado com 15 toneladas, sendo que o plano original era de ter um motor a gasolina de 250 cavalos. No entanto, num esforço para ser mais ecologicamente correto, os cineastas optaram por usar motores elétricos. Os maiores motores elétricos têm 80 cavalos de potência, mas com a ajuda do fabricante e, recorrendo a dois motores, os cineastas conseguiram levar La Quila a atingir uma velocidade bem surpreendente e respeitável de sete nós.

7) Relativamente às personagens de conquistador, o figurinista Paco Delgado analisou exemplos de armaduras renascentistas espanholas que pertenceram à realeza ou a pessoas que faziam parte da corte. Estamos a falar de uma armadura que era utilizada para desfiles ou espetáculos e não para os campos de batalha. Só que a beleza da armadura levou a que os cineastas quisessem combinar esses designs para o filme. Assim, Paco Delgado encontrou uma oficina localizada em Budapeste que tinha a capacidade de replicar as armaduras de forma tradicional, esculpindo todos os detalhes à mão e usando folha de ouro. As roupas cobriam uma ampla variedade de períodos de tempo, desde os conquistadores espanhóis da década de 50 até aos cidadãos do início de 1900 e povos indígenas da selva.

Autêntica geek, principalmente com tudo relacionado com filmes e séries. Esta é uma das minhas grandes paixões, de tal forma que eu resolvi criar um blog, onde partilho a minha opinião sobre o que vejo do universo dos filmes e das séries: A Geek Traveller.